segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Estética-funcionalidade/Aesthetics-functionality

O restaurante japonês Hiro é uma das casas que ocupam o pavimento criado com a recente ampliação do Shopping Pátio Paulista, na zona sul de São Paulo. Apesar da área restrita, a articulação dos espaços permitiu acomodar cozinha, sushi bar e salão com ambientes distintos. O elemento-chave dessa organização é a caixa suspensa com réguas de madeira desenhadas e montadas uma a uma. Escultural, ela parece pairar sobre o rasgo de vidro acidado e sobre parte do percurso da esteira rolante.
Panos de vidro com mais de 12 metros de extensão formam a fachada. Ao mesmo tempo que permitem a visualização dos interiores da casa, eles resguardam certa privacidade, graças à aplicação de adesivos translúcidos. A partir do corredor do shopping já é possível observar a presença forte da madeira, que reveste quase todas as superfícies e faz referência à arquitetura japonesa.
Panos de vidro com mais de 12 metros de extensão formam a fachada. Ao mesmo tempo que permitem a visualização dos interiores da casa, eles resguardam certa privacidade, graças à aplicação de adesivos translúcidos. A partir do corredor do shopping já é possível observar a presença forte da madeira, que reveste quase todas as superfícies e faz referência à arquitetura japonesa.
O elemento mais marcante, que à primeira vista parece um painel decorativo, é o fundo do armário suspenso que contorna a cozinha em L, delimitando a área de atendimento por um lado e servindo de prateleira aos utensílios por outro. As faces voltadas para o salão são trabalhadas com réguas maciças de cumaru de diferentes tamanhos e tonalidades, desenhadas uma a uma e montadas em acordo com o croqui dos arquitetos.
O cumaru reaparece como revestimento no piso, nas baias e na parede com recorte espelhado que reflete os movimentos dos sushimen.
Com estrutura de madeira e acabamento de MDF com resina melamínica no padrão teca, o forro incorpora sistemas de iluminação, ar condicionado e sprinklers.

A iluminação é amarrada com o layout e emprega basicamente lâmpadas fluorescentes de tonalidade amarelada e alto índice de reprodução de cores, leds e halógenas AR 70 e AR 111 para criar pontos de destaque. Outros materiais fazem parte da composição, como o limestone levigado em que foi esculpido o nome da casa, na parede de fundo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pensamento da semana - Thought of the week

NO FINAL DO ARCO IRIS

VOCE ENCONTRA UM POTE DE OURO

NO FINAL DE UMA HISTÓRIA

VOCE PERCEBE QUE TUDO JÁ FOI DITO

MAS NOSSO AMOR TEM UM TESOURO

QUE NOSSOS CORAÇÕES PODERÃO GASTAR

E ELE TEM UMA HISTÓRIA

SEM QUALQUER FINAL

NO FINAL DE UM RIO

AS ÁGUAS INTERROMPEM SUA CORRENTEZA

NO FINAL DE UM CAMINHO

NÃO HÁ MAIS ONDE IR

MAS APENAS DIGA QUE ME AMA

E QUE VOCE É SÓ MINHA

E NOSSO AMOR CRESCERÁ

ATÉ O FINAL DOS TEMPOS

AT THE END OF A RAINBOW

YOU FIND A POT OF GOLD

AT THE END OF A STORY

YOU FIND THAT ALL'VE BEEN TOLD

BUT OUR LOVE HAS A TREASURE

OUR HEART CAN ALWAYS SPEND

AND IT HAS A STORY

WITHOUT ANY END

AT THE END OF A RIVER

THA WATER STOPS IT'S FLOW

AT THE END OF A HIGHWAY

THERE'S NO PLACE YOU CAN GO

BUT JUST TELL ME YOU LOVE ME

AND YOU ARE ANLY MINE

AND OUR LOVE WILL GROW OLD

TILL THE END OF TIME

sábado, 11 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Orquidário Ruth Cardoso

Foi inaugurado o Orquidário Professora Ruth Cardoso, no Parque Villa Lobos, em São Paulo. Assinada pelo arquiteto Decio Tozzi, a obra teve um custo aproximado de R$ 2,5 milhões e foi executada totalmente em pouco mais de cinco meses. O volume esférico, que lembra uma oca, foi uma homenagem do autor a alguns grupos étnicos estudados por Ruth, como tribos africanas e indígenas brasileiras, além dos grupos pré-colombianos.
Trata-se de um domo formado por duas seções de esfera de raios diferentes, unidas por um arco mestre de concreto moldado in loco, a principal peça estrutural da composição. As duas metades da cúpula são verticalmente desalinhadas - uma se liga ao topo do arco, e a outra à sua base.
O arco de concreto possui aberturas regulares que atuam na ventilação da obra e justificam o desnivelamento das seções esféricas. A corrente de ar entra por um vão na base da estrutura de polietileno que cobre o orquidário e sai pelas aberturas no arco central, por aspiração. Esta técnica é empregada em ocas de índios brasileiros.
Dos grupos pré-colombianos, Tozzi adaptou a técnica de enterramento da edificação, para proteger o seu interior das rajadas de vento. A parede da construção tem 3 m de altura - 1,5 m abaixo e 1,5 m acima do nível do solo do terreno. Das culturas africanas, a arquitetura tomou emprestado o conceito da abertura zenital, que transforma a intensa iluminação externa em luz difusa no interior da edificação.
A cúpula tem 12 m de altura no seu ponto mais alto, o que, segundo Tozzi, auxilia na defesa contra o efeito estufa, criando uma espessa camada de ar acima das plantas e abaixo da cobertura. O arquiteto afirmou que a altura comum em orquidários chega a, no máximo, 7 m. No orquidário há dois espelhos d'água - um interno, no centro, que auxilia no controle da umidade ambiente, e outro externo, que circunda a estrutura.
Para proporcionar leveza à estrutura do domo, o vidro e a pele de polietileno são estruturados com treliças metálicas de seção triangular pintadas de branco. O acesso é feito por rampas e, no interior, além do orquidário, o programa contempla laboratórios para o trato das plantas, salas de aula para ensinar o cultivo da flor, além dos sanitários públicos e de serviço. Por trás das prateleiras, espelhos possibilitam a visão completa das orquídeas.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mudança em cingapura - Change in Singapore

Nova âncora do distrito portuário de Cingapura, o Marina Bay Sands é um complexo de três torres, de uso misto, integrando resort, centro de convenções, shopping center, teatros, restaurantes, museu, cassino e um grande parque aberto na cobertura interligando as três torres. Projetado pelo renomado arquiteto Moshe Safdie para a Las Vegas Sands Corporation, a pedido do próprio governo de Cingapura, o empreendimento tem 929.000 metros quadrados de área e demandou investimentos na ordem de US$ 5 bilhões. O lucro anual esperado pelos empreendedores é de um US$ 1 bilhão
Moshe Safdie diz que o Marina Bay Sands “é mais do que um projeto de edifício, é um verdadeiro microcosmo enraizado na cultura, clima e vida contemporânea da cidade de Cingapura”. Para ele o grande desafio foi criar um lugar público vital na escala urbana, reeditando a cena urbana em megaescala.
O arquiteto projetou uma estrutura entrelaçada aos componentes do ambiente urbano integrando à malha viária os locais públicos de reunião e entretenimento. Inspirado nas grandes cidades antigas que ordenavam-se ao redor de uma artéria pública vital, o Marina Bay Sands organiza-se em torno de dois eixos principais que cortam o distrito dando-lhe um senso de orientação, com enfâse no passeio de pedestres como centro da vida cívica
Este novo espaço urbano integra o passeio da orla, um shopping center, de 74.000 metros quadrados, e, num promontório, o Museo de Arte e Ciência. Ao longo da via pública estão localizados, ainda, os dois teatros que somam, combinados, 4.000 lugares, o cassino, o centro de convenções e pavilhão de exposições, com 9.000 metros quadrados, e, finalmente, uma praça pública hidraulicamente ajustável de 5.000 metros quadrados e que pode abrigar eventos para até 10.000 pessoas. Combinando os espaços internos e externos e uma plataforma capaz de receber uma ampla gama de atividades, este vibrante “cardu maximus” do século 21, ou grandes galerias, também conecta-se ao metrô e a outros meios de transportes.
Uma série de jardins em camadas fornece amplos espaços verdes do Marina Bay Sands, extendendo-se a paisagem de jardim tropical do Marina City Park até a margem da baia. O trabalho de paisagismo reforça as conexões urbanas com as vizinhanças do resort e todos os níveis de espaço verde são acessíveis ao público. Generosas ruas para pedestres abrem-se para a vista tropical e a vista da baia. Árvores e jardins ocupam metade dos telhados do complexo composto por hotel, centro de convenções, shopping center e cassino.
As três torres de 55 andares do hotel, âncora do complexo, estão conectadas entre si por 1 hectare do SkyPark, no topo.Um prodigio da engenharia, situado a 200 metros do nível do mar, o SkyPark espalha-se de uma torre a outra, avançando em balanço por 65 metros. Aqui estão instalados jardins, uma piscina com 151 metros de comprimento, restaurantes, pistas para prática de jogging, além de oferecer uma ampla vista panorâmica, um recurso importante em se tratando de uma cidade tão densa quanto é Cingapura. Protegido dos ventos e ricamente povoado por centenas de árvores, o SkyPark celebra a noção de Cidade Jardim que tem sido o ponto de apoio na estratégia de desenho urbano de Cingapura.
Moshe Safdie selecionou cinco artistas internacionais para criar oito instalações públicas monumentais para a Marina Bay Sands: James Carpenter, Antony Gormley, Ned Kahn, Sol LeWitt e Chongbin Zheng. Os artistas trabalharam em estreita colaboração com Safdie para garantirque o resultado complementasse a arquitetura e desse mais energia ao espaço público.
Safdie e a Las Vegas Sands Corporation buscaram uma equipe internacional de consultores para supervisionar o projeto e construção deste empreendimento monumental. Todos os envolvidos responderam fielmente à demandas exigidas pela agenda previamente imposta.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mais belas bibliotecas/Most beautiful libraries

Muitas raridades da biblioteca do Vaticano ficam guardadas a sete chaves, em cofres vigiados por guardas de plantão.
O teto, as paredes e as colunas possuem belos afrescos pintados no século 16.
Biblioteca Nacional - Brasil
A Biblioteca Nacional chega aos 200 anos em ótima forma. Sua coleção que começou com 60 mil peças trazidas pela família real, conta hoje com mais de oito milhões, o que lhe dá o título de oitavo maior acervo do mundo.
No elegante prédio há estátuas de bronze e escadarias de mármore, localizado no centro do Rio. Durante o dia, a luz que entra pelas claraboias dá um toque ainda mais especial.
Biblioteca do Monastério de Admont – Áustria
Escondida nos Alpes austríacos, a 250 quilômetros de Viena, o majestoso edifício em estilo rococó lembra uma catedral. E não é à toa. Construída no século 18, é a maior biblioteca monástica do mundo. Nos belos afrescos do teto, que parecem ter efeito tridimensional, ciência e religião caminham juntas. Esculturas que representam o Juízo Final decoram as salas.
Real Biblioteca de El Escorial - Espanha
Percorrer as salas com estantes forradas de livros e piso de mármore quadriculado da biblioteca, a 50 quilômetros de Madri, é uma descoberta a todo instante. O teto em forma de abóboda é decorado com afrescos religiosos enquanto paredes exibem quadros de reis espanhóis. E rivalizam com telas de Ticiano, El Greco e Velásquez.
O edifício, construído por Felipe II, continua imponente no alto da Serra de Guadarrama, ao lado de palácios e do mosteiro de frades agostinianos, guardiães do nobre acervo.
Geisel Library – EUA
Com formato de pirâmide de cabeça para baixo, o prédio original da biblioteca Geisel chama a atenção na Universidade da Califórnia. Projetado no fim da década de 60, pelo arquiteto William L. Pereira, o edifício futurista pode ser visto ao longo de toda a Sorrento Valley.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

AS QUERIDAS DO BRASIL / WANTED AS OF BRAZIL
Em meio a tanta variedade, aproximadamente 250 tipos diferentes são cultivados no País, mas apenas algumas espécies desfrutam da honra de ter um lugar cativo nos lares brasileiros. E não importa se o estilo da casa é clássico, moderno ou rústico, estas cinco opções são versáteis e caem bem em qualquer ambiente.
1- Rosa . O topo da lista é ocupado pela rosa, marca registrada dos apaixonados. “Ela é, disparada, a mais pedida. Principalmente as vermelhas”, diz Batista Reis, professor de arte floral da escola Mario Antonelli.
2- Crisântemo . Segundo no ranking, o crisântemo é conhecido pela diversidade de tipos, tamanhos, tons e por produzir belos arranjos. A composição com outras flores chamadas de campestres é a mais procurada.
3- Astromélia . Logo após está a astromélia, a única representante de origem sul-americana na lista. “Um arranjo misto, formado por várias cores dessa planta é apenas uma das várias alternativas. Ela cai bem tanto em vasos compridos, como nos baixos”, afirma Reis.
4- Lírio . Famoso por seu aroma marcante e flores exuberantes, o lírio sozinho garante um belo visual. Mas também pode aparecer em composições com outras espécies.
5- Gérbera . Apesar do pouco tempo de cultivo no País, a delicadeza da gérbera conquistou um posto entre as flores mais queridas. “Elas precisam de complementos para dar volume ao arranjo”, avisa o florista. Folhagens e flores do campo são parceiras perfeitas.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Clássicos no corpo - Classics in the body

Os artistas nova-iorquinos Chadwick Gray e Laura Spector recriam pinturas clássicas usando o corpo humano como tela no projeto "Anatomia de Museu".
Iniciado em 1995, o projeto reúne uma série de fotografias das reproduções, que são feitas por Spector no corpo de Gray.
A dupla selecionou trabalhos de artistas mais e menos conhecidos em museus na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Itália, na Espanha, na África do Sul, no Japão, na República Tcheca e na Tailândia, onde vivem atualmente.
Eles vasculham os arquivos dos depósitos de cada museu e que preferem retratos de mulheres feitos no século 19 ou pinturas que foram guardadas ou escondidas do público por serem polêmicas para a época.
A área em que o corpo de Chadwick Gray é pintado também depende de coincidências com a obra. Em alguns casos, a pose do artista reproduz a imagem, em outros, a pintura se concentra em uma parte do corpo que tem destaque no quadro original.
O artista performático, de 38 anos, tem que permanecer imóvel por até 15 horas para cada quadro pintado nele. No total, Gray já passou mais de 800 horas como plataforma para a pintura.

sábado, 4 de dezembro de 2010

MUSEU DO AÇO - MUSEUM OF STEEL

O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) convidou os arquitetos da FGMF para projetar o Museu do Aço, um equipamento cultural e educacional na zona Leste de São Paulo.

O programa inclui um teatro completo para 500 pessoas, espaço de exposições temporárias, o próprio museu do aço e salas de capacitação profissional. O edifício demonstra o uso do aço em diversas aplicações e formas, e deve se tornar uma referência prática da versatilidade do material.

A proposta arquitetônica, porém, não partiu de um elemento sólido, mas de um vazio: o principal gerador do partido é o espaço público. "Mais que uma construção, queríamos que o museu fizesse parte do tecido urbano, que fosse experimentado em todos os momentos e por todas as pessoas, e não somente por aqueles que se dispusessem a entrar no espaço expositivo", explica Lourenço Gimenes, da FGMF.

No terreno de 400 m de frente para uma via expressa, ao lado de uma estação de metrô, o térreo foi liberado para deixá-lo visual e fisicamente permeável. Uma praça escavada, de acesso mais controlado, serve de abrigo ao foyer do teatro, às salas de aula, a um café e a espaços técnicos do complexo, além de se resguardar do barulho da avenida.

Sobre esse vazio - que também simboliza as minas de onde é extraído o minério de ferro - paira um enorme volume revestido de aço corten, suspenso por finas hastes tracionadas presas a uma estrutura periférica simples e esbelta. O volume inusitado e orgânico contrasta com a rigidez e precisão da estrutura que o sustenta.

O espaço interno também possui contornos irregulares, com mezaninos soltos e interligados por rampas. A forma irregular transforma-se em um espaço rico e de dimensões variadas no interior, com aberturas eventuais de vidro e tela perfurada que permitem vislumbrar a praça logo abaixo.

A tela metálica, durante o dia, deixa o grande volume do museu ligeiramente enevoado, indefinido. Em rasgos estratégicos na tela, por onde se dão os acessos ao espaço público, podem-se ver pedaços desse elemento. Já à noite, iluminado, o museu surge com força na paisagem.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

MONOTRILHO NO RIO-MONORAIL IN RIO

Além do Complexo do Alemão, outras duas favelas do Rio de Janeiro podem receber novos meios de transporte. Como provável parte da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do Governo Federal, que engloba também intervenções urbanísticas em nove comunidades, poderão ser construídos um sistema de teleférico na Rocinha e um monotrilho na Tijuca. O projeto ainda tem de ser analisado para poder receber investimentos do PAC 2. Se não for aceito pelo programa, a Secretaria deverá buscar investidores privados.

De acordo com o secretário de Obras, Hudson Braga, o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Tijuca prevê uma linha de 6 km, a ser implantada nas encostas das comunidades, partindo da Praça Saens Peña, ligando as comunidades do Salgueiro, Formiga e Borel à Praça Afonso Viseu. Além de servir como meio de transporte, a linha deverá funcionar como um "ecolimite", para reduzir a densidade populacional nas encostas do morro, reduzindo riscos de deslizamento.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Airport / Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Portugal)

O aeroporto Francisco Sá Carneiro foi inaugurado em dezembro de 1945, mas, na época, não recebia esse nome: chamava-se Aeroporto de Pedras Rubras. Na década de 70, dado o crescimento da demanda local, a pista foi aumentada, e, anos depois, construíram um terminal de carga. Em 1990, outra ampliação foi realizada, dessa vez no terminal de passageiros, e, na ocasião, o aeroporto foi rebatizado, tornando-se o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, homenagem ao falecido primeiro-ministro homônimo.
Nos últimos anos o aeroporto do Porto, como também é conhecido, mudou muito. Devido ao aumento do fluxo de passageiros e aeronaves, o terminal precisou modernizar-se. A reforma foi posta em prática visando os seguintes objetivos:
-Oferecer serviços e infraestrutura de alta qualidade tanto para os passageiros, como para os operadores, facilitando a comunicação entre esses;
-Modernizar e requalificar as estruturas aeroportuárias;
-Desenvolver melhores sistemas logísticos;
-Aumentar o número de passageiros e aeronaves;
Para a execução da obra foram criadas duas frentes de trabalho que funcionavam de forma quase independente. Em ambas, as execuções foram orientadas do sul para o norte, dos pisos inferiores para os superiores.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Hotel Glória - Rio de Janeiro

O Hotel Glória (RJ) fechado para reformas até 07/2011, será um prédio verde: materiais certificados, tratamendo dos resíduos sólidos, reuso da água da chuva e eficiência no uso de energia, entre outros cuidados, farão do Gloria Palace, como será rebatizado, ecologicamente correto.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Luxo sobre o mar - Luxury sea

Viajar pelo planeta e participar dos eventos mais exclusivos do mundo, sem sair de casa. Essa é a proposta do Utopia, um supertransatlântico que já está em construção e será inaugurado em 2013. Ele não terá cabines, e sim apartamentos que serão vendidos de forma definitiva. A ideia é que o comprador de um dos 190 “imóveis” more dentro do navio. O topo de linha é o Utopian Estate, com quatro quartos e 614 m².

Com cinco opções de configuração, todos os apartamentos têm vista para o mar e já vêm mobiliados e decorados pela Tilberg Design, a mesma empresa responsável pelos interiores dos hotéis Ritz-Carlton. O preço dos apartamentos não são divulgados, mas sabe-se que a construção do navio está orçada em US$ 1,1 bilhão.

Quem não quiser comprar uma propriedade também poderá usufruir das facilidades do navio ao se hospedar em uma das 206 suítes do hotel cinco estrelas previsto no projetos.

Os hóspedes e moradores serão atendidos por um complexo de lojas, restaurantes, cassino, médicos, spa, piscinas e uma oferta de serviços diferenciados, como personal shopper - caso você queira fazer compras numa das cidades que o navio irá visitar, mas esteja com preguiça de pisar em terra firme. A administração do Utopia também se encarregará de reservar limousines, helicópteros e barcos para que você chegue até ele. Não é preciso se preocupar com nada. Só em aproveitar a viagem.

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