O arq Bjarke Ingels, do escritório dinamarquês BIG, revelou seu novo –e primeiro- projeto para Nova York, a torre residencial West Durst 57th - uma evolução dos projetos residenciais do BIG para Copenhagen, adaptada a escala e ao código de zoneamento restritivo de Nova York, nos EUA.
Embora seja chamada de torre, a forma do projeto é totalmente inesperada. Nem torre, nem laje, nem mesmo uma grande pirâmide, e sim um gracioso pico assimétrico, com um pavilhão de paisagismo em seu núcleo oco. Das ruas, o edifício vai se parecer com uma parede angular com janelas ricamente detalhadas.
Com pátios arejados e fachadas que permitem a iluminação natural, a edificação vai contar com 600 unidades residenciais de diferentes tamanhos, situados em um pódio com programa cultural e comercial. A torre é um claro híbrido do modelo norte-europeu: “no novo prédio se fundirão dois tipos aparentemente incompatíveis: um estilo europeu, bloco de apartamento de altura baixa que rodeia um pátio, e uma torre de Manhattan, rendendo algo que não se parece com nenhum deles e se comporta como ambos”, diz Ingels.
Ladeado por uma usina a vapor ativa, mas praticamente vazia, e por uma garagem de caminhões de lixo, o West Durst 57th fica na direção da água – o que cria também uma ligação com o Hudson River Park – e atrás dele se ergue uma íngreme encosta de 450m. Além de proteger os espaços verdes que compõem o cerne do projeto, esta encosta também minimiza o ruído do trafego. O complexo ainda contará com um espaço público verde de transição. Cada apartamento terá uma varanda, a maioria com vista para o Rio Hudson.












Mais do que um espaço de leitura, o edifício será um centro cultural com auditório para 600 pessoas e um anfiteatro ao ar livre, enterrado na estrutura principal.
Em referência ao passado industrial de Birmingham, os arquitetos do Mecanoo propõe vitrais ornamentais em formato de círculo e estrela em todas as fachadas da biblioteca. Além de permitir a entrada de luz natural a solução cria nichos que serão utilizados para abrigar o acervo da biblioteca.
A intervenção proposta pelos arquitetos Maurício Xavier e Sérgio Travaglia , vai tomar forma nas malconservadas instalações do Santapaula Iate Clube, complexo de lazer que, entre suas edificações, conta com uma garagem de barcos projetada por João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi. O prédio, tombado pelo Conpresp, é considerado uma pérola entre os trabalhos de Artigas.
O Santapaula Iate Clube não durou muito tempo: foi inaugurado nos anos 1960 e desativado na década de 1980. Depois, foi adquirido por um empresário, que tencionava recuperá-lo e transformá-lo em clube de campo para seus funcionários. O Plano Collor abortou a iniciativa. É o mesmo proprietário que pretende implantar o centro de convenções, o hotel e o restaurante. Segundo Xavier, ele planeja ter o espaço em funcionamento antes da Copa do Mundo de 2014.




























